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Nascido em 22 de agosto de 1862 na cidade de Saint-Germain-en-Laye, ele é considerado um dos principais expoentes do estilo impressionista na música. Aos nove anos, o então menino já demonstrava talento como pianista. Aos 11 anos, Debussy foi mandado para o Conservatório Musical de Paris. Com 22 anos, ele ganhou um prêmio de música em Roma. O Grand Prix de Roma rendeu uma bolsa de estudos em música clássica e alavancou a carreira do músico.

Influenciado pela obra do compositor alemão Richard Wagner, Debussy teve seu nome ligado à música impressionista durante a carreira. Em 1890, ele criou Suite Bergamasque, que, entre outras obras, incluía Claire de Lune.

Claude Debussy foi condecorado cavaleiro da Legião de Honra do governo francês. Debussy morreu aos 55 anos em Paris, por conta de um câncer. A data da morte, 25 de março de 1918, coincidiu com uma das últimas grandes batalhas da Primeira Guerra Mundial.
Debussy foi um dos pioneiros do impressionismo na música

Além de Clair de Lune, outras composições famosas do músico são Prélude à l’après-midi d’un Faune, La Mer  e a ópera Pelléas et Mélisande.

A vocação musical do jovem foi descoberta por Madame Fauté de Fleurville, que o preparou para o Conservatório, onde foi admitido em  1873

Em 1884 recebe o Grande Prêmio de Roma de composição. Viaja para Moscou, com Mme von Meck, protetora de Tchaikovsky, interessando-se pela obra do então desconhecido Mussorgsky, que o influenciará.

Após uma estada na villa Médici, em Roma, retorna a Paris, em 1887, entrando em contato com a vanguarda artística e literária. Frequenta os mardis de Mallarmé (reuniões semanais realizadas às terças-feiras, na casa do poeta simbolista Stéphane Mallarmé). No mesmo ano conhece Brahms, em Viena. Em 1888 ouve, em Bayreuth, Tristão e Isolda, de Wagner, que lhe causa profunda impressão. Em Paris, na exposição de 1889, ouve música do Oriente.

Por volta de 1887, inicia uma relação com Gabrielle Dupont. Os dois viverão juntos durante quase dez anos – Debussy levando uma  vida boêmia

A casa de Bichain, onde Claude Debussy passou os verões de 1902 a 1904.

Debussy, no verão de 1893, na casa de seu amigo Ernest Chausson

Debussy se separa de Gabrielle para se casar, em 19 de outubro de 1899 em Paris, com Marie-Rosalie (Lilly) Texier, uma costureira de Bichain, um povoado de Villeneuve-la-Guyard (Yonne)1 , a 80 km ao sul de Paris, onde ele passará os verões de 1902 a 1904. Lá, Debussy compõe a maior parte de La Mer.

Quatro anos mais tarde, ele encontra Emma Bardac, esposa de um banqueiro e ex-amante de Gabriel Fauré, iniciando com ela uma nova relação sentimental. Deixa, então, Lilly, que, abalada pela separação, tenta se matar com um tiro no peito mas sobrevive. O caso provoca um escândalo, e Debussy é duramente criticado por sua atitude, mesmo pelos amigos mais próximos. De todo modo, ele consegue o divórcio e se casa com Emma em 1908. O casal terá uma filha, Claude-Emma Debussy, apelidada de Chouchou, nascida em 30 de outubro de 1905, a quem ele dedica sua suíte para piano Children’s Corner, composta entre 1906 e 1908.

Emma Bardac, por Léon Bonnat (1903).

A vida de Debussy corre sem grandes acontecimentos, excetuando-se o escândalo doméstico do seu divórcio e a tumultuada estreia de Pelléas et élisande, em 1902.  Em 1909, Debussy soube que sofria de cancer

A maior parte de sua obra tardia constitui-se de música de câmara, incluindo três extraordinárias sonatas para violoncelo, para violino e para flauta, viola e harpa. Com o organismo solapado pelo câncer, Debussy trabalhou com notável coragem. A eclosão da Primeira Guerra Mundial, em 1914, roubou-lhe todo o interesse pela música. Após um ano de silêncio, ele percebeu que tinha de contribuir para a luta da única maneira que podia, “criando com o melhor de minha capacidade um pouco daquela beleza que o inimigo está atacando com tanta fúria.” Uma de suas últimas cartas fala de sua “vida de espera – a minha existência sala de espera, eu poderia chamá-la – porque sou um pobre viajante esperando por um trem que não virá.” Seu último trabalho, a Sonata para Violino e Piano L 140, foi executado em maio de 1917, com ele ao piano. Ele tocou essa mesma peça em setembro, em Saint-Jean-de-Luz. Foi a última vez que tocou em público.4

Debussy morreu em 25 de março de 1918, durante o bombardeio de Paris, durante a última ofensiva alemã da Primeira Guerra Mundial. Encontra-se sepultado no Cemitério de Passy, em Paris.5 Pouco tempo depois, em 14 de julho de 1919, também morreria sua filha, Chouchou, de difteria. Ela foi sepultada no túmulo de seu pai, em Passy.

fonte : wikipédia  a quem agradeço. Debussy,  grande musico e compositor, compôs a musica que eu mais gosto ( Claire de Lune )   que me acompanha em todas as situações de minha vida e que  provavelmente me acompanhará para a eternidade.  Obrigada Claude, divina inspiração.

Ana Maria

Birth: Aug. 22, 1862
Saint-Germain-en-Laye
Ile-de-France, France
Death: Mar. 25, 1918
Paris
Ile-de-France, France
Burial:
Cimetiere de Passy
Paris
Paris
Ile-de-France, France
Plot: Division 14
Edit Virtual Cemetery info [?]
Maintained by: Find A Grave
Record added: May 17, 1999
Find A Grave Memorial# 5478
Claude Debussy
Added by: Bobb Edwards
 
Claude Debussy
Added by: Wikimedia Commons
 

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